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Diretor da franquia de Dying Light na Techland, Tymon Smektala reconheceu que Stay Human não atingiu todo seu potencial, mesmo sendo se tornado um sucesso comercial.

Quando lançamos Dying Light, éramos esse estúdio azarão de quem ninguém esperava um jogo tão incrível,” apontou ao GamesRadar.

O estúdio, então, se viu pressionado a entregar uma experiência maior e melhor na sequência, e acabou deixando de lado alguns dos aspectos que tornaram Dying Light tão especial.

Smektala comentou que “talvez tenhamos cometido deslizes (no desenvolvimento).”

Um desses erros foi tentar alcançar um público mais amplo, algo que “sacrificou um pouco do DNA de Dying Light”.

Nossos fãs estavam nos dizendo ‘isso não é o que fazia vocês serem tão especiais,’” acrescentou.

No entanto, com a próxima entrada, Dying Light: The Beast, a ideia é oferecer ambos os aspectos — O acabamento técnico de um título AAA e o DNA original da franquia.

Queremos entregar os dois. Queremos entregar a qualidade AAA, mas ao mesmo tempo queremos provar que nosso espírito ainda está aqui, que não se foi, e que sabemos o que faz Dying Light ser Dying Light. E se os jogadores disserem ‘uau, isso parece com Dying Light 1, e está tão bonito, é um jogo tão bem feito’, então acho que ficaremos muito, muito felizes,” concluiu.

Do que se trata a história?

Com cerca de vinte horas de duração, Dying Light: The Beast é uma descrito como uma emocionante aventura solo de zumbis ambientada em uma região rural cuidadosamente elaborada. Você vai jogar como Kyle Crane, um herói lendário que escapa após anos de brutais experimentos.

Agora, ele deve perceber que há mais em jogo do que apenas vingança.

Leia mais sobre Dying Light:

O lançamento acontece em 22 de agosto para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PlayStation 4, Xbox One e PC.

Fonte: GamesRadar



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