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Durante a etapa de beta aberto para Battlefield 6, uma das características mais elogiadas pelos jogadores foi a destruição ambiental.

Christian Buhl, diretor técnico, admitiu que a tecnologia atual e o avanço do hardware foi essencial para atingir esse patamar sem quedas significativas na taxa de quadros.

O grande diferencial ficou na decisão de não lançá-lo para PlayStation 4 e Xbox One.

Talvez o único ‘truque mágico’ seja o fato de não estarmos mais no PlayStation 4 ou Xbox One”, disse ao PC Gamer. “Aumentamos o limite mínimo de memória e velocidade de CPU, e isso obviamente ajuda a melhorar a performance geral. Não precisamos mais fazer o jogo rodar na geração passada, por exemplo.”

Além do salto tecnológico, Buhl afirmou que o sucesso visual e técnico também é resultado de testes intensivos e constantes revisões ao longo do desenvolvimento.

No fim das contas, tudo se resume a muitos testes, muita iteração e muito trabalho”, concluiu.

Leia mais sobre Battlefield:

Battlefield 6 está agendado para 10 de outubro no PlayStation 5, Xbox Series e PC, surgindo em colaboração entre quatro estúdios: DICECriterionDICE Los Angeles e Electronic Arts Gothenberg.

Fonte: PC Gamer

Redator do O Vício. Bruno Gomes é especializado em cultura pop, com mais de 10 anos de experiência cobrindo filmes, séries e franquias de sucesso. Apaixonado por filmes de ação, acompanha todas as novidades do multiverso em tempo real.