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Andrew Wilson, o CEO da Electronic Arts, afirmou em entrevista recente que a empresa deve se beneficiar da aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft.

Em entrevista à CNBC, Wilson foi questionado sobre como o negócio envolvendo a Microsoft poderia afetar a EA, e se a empresa se considerava alvo de uma eventual futura aquisição. 

O executivo, no entanto, destacou que o acordo era positivo para a empresa, pois significa que a indústria está crescendo cada vez mais, o que é particularmente benéfico para a EA.

Confira o que Andrew Wilson declarou abaixo:

Estamos muito otimistas em relação à indústria”, disse Wilson. “No início desta semana, li um artigo que projetava que a indústria alcançaria mais de US$ 300 bilhões em receita até 2030, e quase 4 bilhões de jogadores.

Então, pensando em nós, no incrível talento que temos, nas propriedades intelectuais de classe mundial que possuímos, na tecnologia que temos e em uma comunidade de 700 milhões de jogadores – a caminho de 1 bilhão ou mais – acreditamos que estamos muito bem posicionados e nos beneficiaremos de forma desproporcional desse futuro.

Acredito que a aquisição da Microsoft da Activision é algo fantástico. Significa que uma das maiores empresas do mundo continuará investindo em nossa indústria para nos ajudar a crescer ao longo do tempo.”

Leia mais sobre Microsoft e Activision Blizzard:

Activision Blizzard é a maior aquisição da Microsoft na história, muito acima dos US$ 26 bilhões pagos pelo Linkedin em 2016 e dos US$ 7,5 bilhões da Bethesda Softworks em 2021.

De acordo com Tom Warren, jornalista do site, a Microsoft agora planeja adicionar muitos dos jogos da Activision Blizzard ao Xbox Game Pass, incluindo franquias de Warcraft, Diablo, Overwatch e até mesmo Candy Crush.

No entanto, isso não acontecerá com Modern Warfare 3 Diablo IV neste ano.

A partir de agora, a companhia adicionará mais de nove estúdios de jogos apenas do lado da Blizzard ao Xbox Game Studios, além de outros onze pelo lado King, focado em dispositivos móveis.

Por fim, a Microsoft também se transformou em uma potência editorial após a aquisição, com mais de 8,5 mil funcionários se juntando ao quadro geral.