Diretor de ‘Espiral: O Legado de Jogos Mortais‘, Darren Lynn Bousman explicou por que não veremos Boneco Billy no filme, icônico fantoche da franquia. Trata-se de uma decisão em respeito ao assassino original, Jigsaw.
”Se fosse convidado para dirigir ’Jogos Mortais 9′, seria uma coisa muito diferente de ‘Espiral’, então, sinto que era importante para mim diferenciar os dois.”
Declarou.
“Não queria insultar os fãs tentando fazer outro Jigsaw, porque só há um Tobin Bell, e ninguém pode superar tudo aquilo que ele trouxe para esse personagem. Queria ir por um caminho completamente diferente. Queria que o assassino fosse tão diferente do Jigsaw que não haveria comparação com isso. São pessoas diferentes. Quando você começa a ir por esse caminho, é preciso mudar tudo. Se você está trocando Jigsaw, tem que trocar o fantoche também.”
Na trama, um gênio sádico desencadeia uma forma distorcida de justiça. Trabalhando na sombra de um estimado veterano da polícia (Samuel L. Jackson), o impetuoso detetive Ezekiel “Zeke” Banks (Chris Rock) e seu parceiro novato (Max Minghella) encarregam-se de uma investigação medonha de assassinatos que lembram o passado horrível da cidade. Involuntariamente preso em um mistério cada vez mais profundo, Zeke se encontra no centro do jogo mórbido do assassino.
Chris Rock, inclusive, escreveu o argumento e também está definido para ser um dos produtores executivos do longa, além de James Wan e Leigh Whannel, criadores da franquia original.
‘Espiral: O Legado de Jogos Mortais’ traz Darren Lynn Bousman (que trabalhou no 2º, 3º e 4º longas da saga original) na direção.
Com direção de James Wan, o primeiro filme de Jogos Mortais chegou aos cinemas em 2005, se tornando um grande sucesso e se transformando em uma franquia. A saga manteve forças até o 4º filme, mas do 5º para frente acabou se perdendo em suas histórias e nunca recuperou o prestígio anteriormente alcançado.
A ideia principal da franquia gira em torno de um assassino, Jigsaw, um doente terminal de tumor, que rapta pessoas e coloca-as em armadilhas para testá-las e ver se elas merecem a sua vida abusiva. As vítimas, quase sempre escolhidas por terem uma vida errada (mentindo, bebendo, consumindo drogas…), estão geralmente ligadas entre elas de alguma forma.