O diretor de Espiral: O Legado de Jogos Mortais se viu obrigado a cortar uma cena do filme, pois ela acabou ferindo algumas regras da MPAA (Motion Picture Association).
Usando as suas redes sociais, Darren Lynn Bousman diz que associação comercial estadunidense de cinema de Hollywood lhe fez ter que abandonar uma das cenas mais intensas do filme, pois foi considerada ultra perturbadora.
O diretor diz que a produção de Espiral lutou como pôde para manter todas as cenas possíveis, mas essa específico, onde um corpo humano sofria uma grande violação, acabou tendo que cair.
“Sempre tive problemas com a MPAA. Nada maior do que no meu quarto filme de Jogos Mortais. Então, muita coisa tinha que acontecer para colocar essa coisa nos cinemas… Eu trabalhei com o artista de efeitos especiais (François Dagenais) há mais de uma década… Me dói que muitos nunca verão o trabalho insano que ele fez neste filme.” – Disse Bousman.
“Houve uma sequência inteira em que o assassino pegou uma faca e arrancou toda a pele de um corpo. Foi muito intenso. Cortar a pele, os músculos e a gordura para expor o esqueleto. Era uma coisa artística. No final, apenas alguns segundos permaneceram no corte final. Felizmente, ninguém com mais voz do que o produtor (Oren Koules) lutou com unhas e dentes para preservar todos as sequências que pudemos. Talvez em algum momento eles me permitam lançar o corte ultra hardcore… Sonhar não custa nada!” – Completa o diretor.
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Espiral: O Legado de Jogos Mortais traz Darren Lynn Bousman (que trabalhou no 2º, 3º e 4º longas da saga original) na direção.
Na trama, um gênio sádico desencadeia uma forma distorcida de justiça. Trabalhando na sombra de um estimado veterano da polícia (Samuel L. Jackson), o impetuoso detetive Ezekiel “Zeke” Banks (Chris Rock) e seu parceiro novato (Max Minghella) encarregam-se de uma investigação medonha de assassinatos que lembram o passado horrível da cidade. Involuntariamente preso em um mistério cada vez mais profundo, Zeke se encontra no centro do jogo mórbido do assassino.
Chris Rock, inclusive, escreveu o argumento e também foi um dos produtores executivos do longa, além de James Wan e Leigh Whannel, criadores da franquia original.
Com direção de James Wan, o primeiro filme de Jogos Mortais chegou aos cinemas em 2005, se tornando um grande sucesso e se transformando em uma franquia. A saga manteve forças até o 4º filme, mas do 5º para frente acabou se perdendo em suas histórias e nunca recuperou o prestígio anteriormente alcançado.
A ideia principal da franquia gira em torno de um assassino, Jigsaw, um doente terminal de tumor, que rapta pessoas e coloca-as em armadilhas para testá-las e ver se elas merecem a sua vida abusiva. As vítimas, quase sempre escolhidas por terem uma vida errada (mentindo, bebendo, consumindo drogas…), estão geralmente ligadas entre elas de alguma forma.