Neon Genesis Evangelion é uma das séries de anime mais famosas de todos os tempos, porém, ainda assim, ela sofre com alguns fãs que passam dos limites. No twitter oficial do anime Evangelion, o Studio Khara deixou claro que irá processar as pessoas que ameaçaram os membros da produção por causa de ‘Evangelion: 3.0+1.0’. Confira:
‘Primeiro, gostaríamos de expressar nossa gratidão pelo suporte a Evangelion 3.0+1.0.
Confirmamos que tivemos atos de ameaças e sugestões de crimes contra os indivíduos envolvidos na produção do filme an forma de interpretações errôneas sobre o conteúdo do filme e artigos da impresa.
Este trabalho tem sido produzido pelo Estúdio Khara através de um esforço colaborativo envolvendo vários membros.
Tomamos essas opiniões de maneira muito séria, entretanto, protestamos contra ameaças e comentários que sugerem intenções criminosas e outras ações que podem minar a dignidade dos indivíduos envolvidos no trabalho por instatisfação com o conteúdo que não satisfaz os desejos individuais.
Em adição, deixamos claro que não iremos hesitar em tomar ações legais e procurar compensação por danos causados por difamação, ameaças e ameaças de morte. Iremos reportar tais ações à Agência Nacional de Polícia do Japão. Em casos estrangeiros, iremos reportar as ações para os respectivos países’
‘Neon Genesis Evolution’ foi publicado originalmente em 1994, e posteriormente ganhou uma adaptação de 26 episódios exibida no Japão entre 1995 e 1996, seguida por um filme batizado de ‘End of Evangelion’ em 1997.
A trama se passa em uma Tóquio futurista, quinze anos após um cataclisma global, e acompanha Shinji, um adolescente que é recrutado pela obscura organização NERV para pilotar em combate uma biomáquina gigante chamada de Evangelion contra seres monstruosos conhecidos como Anjos. Evangelion explora as experiências e emoções dos outros pilotos e membros da NERV enquanto tentam evitar uma nova catástrofe.
A série possui simbolismos e temas religiosos proeminentes em seus episódios, incluindo imagens do Cabala, Cristianismo, Judaísmo e Xintoísmo.






Comentários