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Em entrevista com o Comic Book, Eva Green revelou a sua principal condição para trabalhar em uma produção do Marvel Studios.

“Sempre depende do papel e da história. Não pode ser uma coisa unidimensional. Em 300: A Ascensão de um Império, a personagem era interessante, ela não era apenas uma vilã.”

“Ela tinha um passado sombrio que lhe dava humanidade. Já em Sin City: A Dama Fatal, a personagem era má, mas era um gênero.”

“Você precisa abraças o gênero. É divertido interpretar uma femme fatale. Foram ótimos papéis. Eram personagens que tinham alguma profundidade.”

“Então, se eu penso que vou me divertir, eu só sigo em frente”, disse a atriz, que também é conhecida por ter estrelado 007: Cassino Royale, com Daniel Craig.

Eva Green chegou a ser apontada como a possível intérprete de uma versão feminina de Pesadelo em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (Doutor Estranho 2).

No entanto, acabou não acontecendo, e o personagem nem mesmo apareceu no longa-metragem. De qualquer forma, a possibilidade continua para o futuro.

Leia também sobre a franquia do Doutor Estranho:

Em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, após derrotar Dormammu e enfrentar Thanos nos eventos de Vingadores: Ultimato, o Mago Supremo, Stephen Strange, e seu parceiro Wong, continuam suas pesquisas sobre a Joia do Tempo. Mas um velho amigo que virou inimigo coloca um ponto final nos seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indescritível, o obrigando a enfrentar uma nova e poderosa ameaça.

O filme se conecta com WandaVision e tem relação também com Loki. O longa pertence a Fase 4 do Universo Cinematográfico Marvel onde a realidade do universo pode entrar em colapso por causa do mesmo feitiço que trouxe os vilões do Teioso para o mundo dos Vingadores e o Mago Supremo precisará contar com a ajuda de Wanda, que vive isolada desde os eventos da série solo.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura está disponível em IMAX no Disney+, com direção de Sam Raimi (Homem-Aranha).