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O ex-executivo da Amazon, Roy Price, publicou um artigo de opinião no jornal New York Times (via World of Reel) com críticas ao atual momento de Hollywood.
O texto argumenta que a indústria cinematográfica perdeu o foco no entretenimento puro ao longo da última década.
Segundo Price, os estúdios se tornaram excessivamente dependentes de sequências, reboots e narrativas sombrias.
Ele aponta que elementos como irreverência e humor amplo foram deixados de lado por um medo crescente de gerar controvérsias com o público.
“Uma censura inegável e o medo de dizer ou fazer algo errado pareciam ter se instalado no processo criativo”, destacou o ex-executivo em sua análise.
O artigo sugere que a priorização de mensagens políticas e da sensibilidade cultural substituiu a preocupação central em lotar as salas de cinema.
Como contraponto a esse cenário, Price aponta o recente sucesso de produções originais que focam na diversão e na qualidade técnica.
Títulos como Devoradores de Estrelas, A Empregada e O Morro dos Ventos Uivantes são citados como exemplos de obras que resgataram o interesse do grande público.
O executivo ressalta que o forte desempenho comercial de projetos fora de franquias estabelecidas ajudou a impulsionar a bilheteria de 2026 em 20% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Principal exemplo do artigo, a trama de Devoradores de Estrelas acompanha Ryland Grace, o único sobrevivente de uma missão espacial que acorda com amnésia no espaço profundo.
O protagonista precisa usar seus conhecimentos científicos e formar uma inusitada aliança com um alienígena para tentar salvar a humanidade de uma ameaça de extinção.
A adaptação é estrelada por Ryan Gosling e Sandra Hüller, contando com a direção da dupla Phil Lord e Christopher Miller.
Devoradores de Estrelas continua em cartaz nos cinemas do Brasil e chegará futuramente ao catálogo do streaming Prime Video.






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