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Lançados apenas para PlayStation, Final Fantasy XVI e Final Fantasy VII Remake são bastante cobiçados por proprietários de Xbox, que podem ter boas notícias em breve.

Isso pois, falando para IGN, o CEO da Xbox, Phil Spencer disse que andou tendo reuniões com representantes da Square Enix no Japão, para debater possibilidades.

Spencer não revelou se existe algum resultado concreto dessas reuniões, mas não descartou a possibilidade de os lançamentos recentes de Final Fantasy chegarem ao Xbox no futuro.

“Reconheço que quando as pessoas compram um Xbox, elas querem ter a certeza de que os ótimos jogos que desejam jogar estão a caminho. A Sarah Bond [Vice-Presidente Corporativa, Experiência de Criação de Jogos e Ecossistema na Microsoft] e eu voamos para Tóquio e debatemos muito tempo com a Square. Obviamente, há acordos comerciais e relacionamentos que terão de ser trabalhados em relação a certos jogos.”, disse Spencer.

“Vocês ouvirão mais [sobre o assunto]. Não vou pressioná-los. Eles terão que encontrar o próprio ritmo. Mas tê-los se comprometendo com o Xbox foi realmente importante tanto para mim quanto para a comunidade, como também ouvi da comunidade. E 14 foi mais um compromisso”, afirmou.

Leia mais sobre Final Fantasy:

Final Fantasy XVI é situado em Valisthea, uma região repleta de montanhas de cristais cintilantes que se elevam sobre os reinos ao redor delas, abençoando-os com éter. Há gerações, as pessoas se dirigem a esses pontos para se beneficiarem de suas bênçãos, usando o éter para conjurar magias que lhes permitam viver no conforto e na fartura. Grandes poderes cresceram ao redor de cada Cristal-Máter, e uma paz instável reina há muito tempo entre eles. No entanto, agora que a disseminação da Praga ameaça destruir seus domínios, essa paz corre perigo.

Os Eikons são as criaturas mais poderosas e letais de Valisthea. Cada um reside dentro de um Dominante, um homem ou mulher abençoado com a habilidade de conjurar seus poderes devastadores. Em algumas nações, os Dominantes são tratados como realeza em admiração a essa força; em outras, são contidos pelo medo e forçados a servir como armas de guerra. Os que nascem como Dominantes não podem escapar ao destino — por mais cruel que ele seja.



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