O diretor de Final Fantasy XVI, Naoki “Yoshi-P” Yoshida, afirmou em entrevista recente que não se sente confortável com o termo “JRPG”.
Em entrevista ao canal de Youtube Skill Up, Yoshida revelou que a equipe não se propõe a fazer “JRPGs”, apenas jogos do gênero RPG, e que além disso, para muitos desenvolvedores o termo soa como algo discriminatório.
Confira o que Naoki “Yoshi-P” Yoshida declarou abaixo:
“Isso vai depender de quem você perguntar”, disse Yoshida, “mas houve um momento em que esse termo apareceu pela primeira vez, há 15 anos, e para nós, como desenvolvedores, a primeira vez que o ouvimos foi como um termo discriminatório.”
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Final Fantasy XVI está agendado para 22 de junho, sendo um exclusivo temporário do PlayStation 5.
Do que se trata esse jogo?
Final Fantasy XVI é situado em Valisthea, uma região repleta de montanhas de cristais cintilantes que se elevam sobre os reinos ao redor delas, abençoando-os com éter. Há gerações, as pessoas se dirigem a esses pontos para se beneficiarem de suas bênçãos, usando o éter para conjurar magias que lhes permitam viver no conforto e na fartura. Grandes poderes cresceram ao redor de cada Cristal-Máter, e uma paz instável reina há muito tempo entre eles. No entanto, agora que a disseminação da Praga ameaça destruir seus domínios, essa paz corre perigo.
Os Eikons são as criaturas mais poderosas e letais de Valisthea. Cada um reside dentro de um Dominante, um homem ou mulher abençoado com a habilidade de conjurar seus poderes devastadores. Em algumas nações, os Dominantes são tratados como realeza em admiração a essa força; em outras, são contidos pelo medo e forçados a servir como armas de guerra. Os que nascem como Dominantes não podem escapar ao destino — por mais cruel que ele seja.
Acompanhamos a jornada de Clive, filho primogênito do arquiduque de Rosaria, em uma jornada expandida por trinta anos. Esperava-se que ele herdasse as chamas de Fênix e despertasse como seu Dominante, mas o destino escolheu Joshua, seu irmão mais novo, para carregar esse fardo.
Em busca de um propósito, Clive se dedica a dominar a espada, mas sua carreira tem um fim trágico nas mãos de Ifrit, um misterioso Eikon das Trevas, que o coloca em um caminho perigoso rumo à vingança.