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De acordo com The Hollywood Reporter, a sequência de Fogo Contra Fogo recebeu sinal verde, e com uma surpresa: não acontecerá na Warner Bros. Pictures.

A produção ficará sob responsabilidade da United Artists, uma divisão da Amazon MGM Studios, que venceu uma disputa acirrada.

Fontes consultadas pelo site apontam que as negociações entre Michel Mann e a Warner Bros. travaram por questões de orçamento. O diretor estimava um custo de US$ 230 milhões, valor que acabou reduzido para US$ 170 milhões após revisões.

O estúdio, por sua vez, só aceitava financiá-lo por algo em torno de US$ 135-150 milhões, considerando a possibilidade de incluir Fogo Contra Fogo 3 como contrapartida.

Com as diferenças financeiras e a reputação de Mann por ultrapassar orçamentos, optaram por abrir mão do projeto em agosto.

Desde então, Amazon/UA, Paramount Pictures e Sony Pictures entraram na disputa para garantir os direitos de produção.

A ideia é reunir um elenco de estrelas e recriar a atmosfera intensa que tornou a versão original um clássico do cinema policial.

Leonardo DiCaprio (A Origem) estaria sendo cotado para um dos papéis principais, e outros nomes como Austin Butler (Ladrões), Adam Driver (Infiltrado na Klan) e Bradley Cooper (Nasce uma Estrela) também foram mencionados.

Mas, não há nenhum acordo fechado.

Do que se trata?

Em 2022, Mann lançou Fogo Contra Fogo 2 como um livro, escrito em parceria com Meg Gardiner, e se tornou um best-seller do New York Times.

A obra serve como prelúdio e sequência ao mesmo tempo, explorando a juventude de McCauley (Robert De Niro) e sua equipe em grandes assaltos, além de mostrar o que aconteceu com Chris Shiherlis (Val Kilmer) após o desfecho do primeiro filme.

Partes da história se passam em Chicago, Las Vegas, Los Angeles e até em uma zona de tráfico na América do Sul, apresentando um vilão chamado Otis Wardell.

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Fonte: THR