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Quando a primeira temporada de Stranger Things estreou na Netflix, em 2016, Frank Darabont estava no início da aposentadoria como diretor.

O último trabalho na função havia sido “Red Light”, episódio de Mob City, exibido em 2013.

Pouco depois, decidiu se mudar ao lado da esposa para a região costeira da Califórnia, onde passou a aproveitar o legado de uma filmografia marcante.

E então, cerca de uma década depois, Darabont recebeu um telefonema inesperado. Do outro lado da linha estava a informação de que Matt e Ross Duffer, criadores da série de ficção científica, eram admiradores declarados do seu trabalho.

A admiração, no entanto, era mútua: Darabont e sua esposa haviam assistido às quatro primeiras temporadas várias vezes.

O contato evoluiu para um encontro amistoso entre Darabont e os irmãos Duffer, organizado enquanto ainda desenvolviam a quinta e última temporada.

A conversa acabou abrindo caminho para o retorno do diretor à função.

Eu não fazia isso há algum tempo, mas disseram que é como andar de bicicleta: você não esquece. E estavam certos. Desde o primeiro momento no set, não houve nada que me fosse estranho no processo, embora já tivessem se passado cerca de 13 anos”, afirmou ao site da Variety.

A oferta inicial de dirigir um episódio acabou virando dois episódios e seis meses em Atlanta. Foi uma experiência incrível,” completou.

Ao longo da carreira, Darabont construiu um currículo injevável, que inclui clássicos como Um Sonho de Liberdade, À Espera de um Milagre e O Nevoeiro, além de trabalhos importantes na televisão, como The Walking Dead, The Shield e Tales from the Crypt, entre outros.

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Os episódios 5, 6 e 7 chegam ao catálogo da plataforma nesta quinta-feira, 25 de dezembro, enquanto seu capítulo final será lançado em 31 de dezembro.

Fonte: Variety



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