
Em uma recente entrevista com o IGN, o Diretor Criativo da DC Comics, Geoff Johns, discutiu sua nova obra, Doomsday Clock, e como foi usar os personagens de Watchmen de Alan Moore e Dave Gibbons trazendo-os para o Universo DC.
“É uma coisa muito diferente. É como se o contraste entre Watchmen e DC fosse o que eu estava interessado, e alguns aspectos de como esses dispositivos de narração dariam forma uma ao outro.”
Johns também revelou que Doomsday Clock é uma história muito pessoal para ele e para o desenhista Gary Frank, já que os dois sentem a pressão em empreender tal projeto, além da nova história ter sugestões do turbulento clima político que vivemos atualmente.
“Esta é provavelmente a história mais pessoal que já escrevi, e certamente para Gary é o projeto mais pessoas que ele já trabalhou. Estamos falando e lidando com coisas que normalmente nunca fizemos em quadrinhos, e para mim isso é realmente emocionante, é excitante explorar coisas diferentes, aprofundar esses personagens mais do que nunca.”
Por fim, Johns disse que a história em 12 edições não será simplesmente o Dr. Manhattan contra o Superman, mas sim um mundo sem uma criatura divina, e explorando a manipulação do Dr. Manhattan na continuidade da DC Comics, algo que foi fortemente sugerido em DC Rebirth #1.
Geoff Johns já admitiu anteriormente que Doomsday Clock é uma história “arriscada” para ele e Gary Frank contarem. Serão 12 edições, assim como a obra original “Watchmen”, de Alan Moore e Dave Gibbons, servindo como uma sequência para a aclamada obra. Além disso, ele disse ter pleno conhecimento de que muitos acreditam que Watchmen é uma história que não deve ser jamais tocada, mas que tem um motivo de fazer isso.