
Massacrado pela crítica, Esquadrão Suicida dividiu opiniões entre os leitores mais ávidos das histórias em quadrinhos da DC, mas fez um sucesso considerável nas bilheterias e com o grande público, arrecadando US$ 745 milhões para um orçamento de US$ 175 milhões.
Em função dos problemas que teve em aplicar sua visão ao longa-metragem, o cineasta David Ayer já alfinetou a Warner Bros. no passado (entenda), mas não se arrepende de ter trabalhado com o estúdio. Em resposta a um seguidor no Twitter, o diretor diz ser grato pela oportunidade que recebeu e disse que sua obra está ficando cultuada entre o público.
“Não me arrependo nem por um segundo. Trabalhei com pessoas incríveis. O filme ganhou um Oscar, fez negócios incríveis. Lançou uma franquia e derivados. E, gostando ou não, está a meio caminho de receber o status de cult. Cresci como pessoa, cresci de forma criativa. A Warner me deu uma chance. Sou grato.”
O Oscar ao qual Ayer se refere é o de Melhor Maquiagem e Penteado, que o longa recebeu no começo do ano. Além de derivados focados em Arlequina, Coringa e Sereias de Gotham, Esquadrão Suicida ganhará uma continuação, mas não pelas mãos de Ayer. Desta vez, Gavin O’Connor (O Contador) será o diretor, com roteiro de Adam Cozad (A Lenda de Tarzan).