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A Agência de Assuntos Culturais do Governo do Japão propôs a criação de uma plataforma unificada de mangás no exterior, segundo coluna de Richardson Handjaja no ICv2. O serviço de assinatura reuniria títulos de diversas editoras.

As maiores editoras de mangás e light novels do país têm apostado na expansão de suas plataformas de mangás digitais internacionalmente, como o MANGA Plus (Shueisha), K Manga (Kodansha) e Manga UP! (Square Enix).

Recentemente, todas as três plataformas e o MangaPlaza, receberam subsídios de até 3 bilhões de ienes (cerca de US$ 19 milhões) cada para investir na localização de títulos e em marketing.

No entanto, o governo japonês avalia que a fragmentação dificulta a promoção de mangás no mercado internacional e propôs às editoras a criação de uma plataforma centralizada. As discussões estarão em andamento até 2029.

A iniciativa é parte do plano do Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão para triplicar as receitas de entretenimento no exterior até 2033 e combater a pirataria de mangás.

Não é a primeira vez que surgem discussões do tipo. O governo japonês já propôs a criação de uma plataforma única no mercado doméstico, já que no país existem mais de 450 plataformas para leitura de mangás e e-books. No entanto, o projeto enfrentou resistência das editoras e acabou não indo adiante.

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Recentemente, em comemoração ao seu 100º aniversário, a Shueisha lançou a plataforma Manga Million, um de seus projetos mais ambiciosos com relação a localização de títulos, contando com mais de 1 milhão de páginas de obras da editora traduzidas em mais de 100 idiomas. O serviço receberá atualizações mensais e ficará disponível até dezembro de 2027.

Fonte: ICv2



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