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Por meio de seu boletim informativo Xanaduum, o famoso escritor de quadrinhos Grant Morrison rebateu os comentários do diretor Zack Snyder sobre a DC estar tornando o Batman “irrelevante” com a regra de “não matar” do personagem.

“Eu estava lendo como o diretor de cinema Zack Snyder acha que Batman deveria matar como parte da missão autoimposta do personagem para impedir o crime. Acontece que se Batman matasse seus inimigos, ele seria o Coringa, e o Comissário Gordon teria que prendê-lo! O fato de Batman se colocar em perigo todas as noites, mas se recusar firmemente a assassinar, é um elemento essencial da magnífica e horrenda psicose infantil do personagem. De certa forma, Bruce Wayne nunca realmente saiu daquele estado ‘infantil’, preso para sempre como o garotinho que perdeu os pais no Beco do Crime. Isso é fundamental para a grandeza (do Batman) como herói de aventura ficcional! Isso não é óbvio? A linha que Bruce Wayne traça é uma delimitação clara entre ele e seus vilões, e se Batman algum dia a cruzasse, não haveria diferença entre eles.”

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A iniciativa do Universo Estendido da DC acabou encerrada de forma melancólica em Aquaman 2: O Reino Perdido, e agora, cabe a James Gunn e Peter Safran reiniciarem a cronologia.

O novo “DCU” começará com a série animada Comando das Criaturas.

Fonte: Screen Rant



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