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O aclamado roteirista Grant Morrison, conhecido especialmente por Grandes Astros Superman, se pronunciou pela primeira vez sobre a reviravolta envolvendo Jor-El (Bradley Cooper) no recente longa-metragem do herói, de James Gunn.

Para quem não sabe, a história foi a grande influência do cineasta no desenvolvimento do roteiro.

O pai biológico do Homem de Aço aqui não é o cientista altruísta que conhecemos em outras versões. Em vez disso, enviou seu filho para a Terra como um conquistador, com a intenção de retomar a linhagem de Krypton.

Eu não gostei, porque prefiro que Krypton seja mostrada como a utopia perdida”, apontou. “Gosto da ideia de que havia algo incrível, e a natureza simplesmente destruiu tudo. A própria falta de atenção aos detalhes permitiu que fossem eliminados. Acho que há algo muito mais comovente nisso.”

Ainda assim, Morrison acredita que funcionou para a história.

Como uma reviravolta, nesta versão da história do James (Gunn), achei que funcionou muito bem… O que me incomodou foi que a moralidade do Superman parecia bastante frágil… era baseada apenas nessa besteira de realização de desejos,” completou.

A sequência da franquia, intitulada Homem do Amanhã, está confirmada e chegará aos cinemas do Brasil em 8 de julho de 2027.

Especula-se que Pânico nos Céus esteja sendo utilizada como base. O grande crossover publicado originalmente em 1992 envolve praticamente todo o núcleo do Homem de Aço e vários outros heróis.

Na trama, uma gigantesca cidade alienígena chamada Mundo Bélico surge nos céus da Terra após a queda do tirano Mongul. Fora de controle, a estrutura passa a orbitar o planeta em rota de colisão, representando uma ameaça global iminente.

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Fonte: CBM



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