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Aclamado pela crítica especializada, Juror No. 2 (2024), de Clint Eastwood, chocou muita gente por não ter recebido uma janela de exibição completa nos cinemas. O diretor Guillermo del Toro está na lista das pessoas que não entenderam bem essa decisão.

Através das redes sociais, Guillermo revelou suas impressões positivas sobre o filme e questionou a Warner Bros. Pictures pela decisão de exibir o longa na tela grande maneira muito limitada.

Fui ao cinema para assistir Juror No. 2, o ‘último filme de Clint Eastwood’. Gostei tremendamente. É – de certa forma – seu Crimes e Pecados (1989). O filme é filmado com precisão e segurança e tem Nicolas Hoult liderando. O elenco entrega lindamente, e tem um final que deixou o cinema alvoroçado“, escreveu o cineasta. “Seu dilema central me lembrou da turbulência silenciosa fervendo sob Dana Andrews em qualquer Noir de [Otto] Preminger de sua preferência (para mim Passos na Noite, de 1950). O filme luta com isso, apoiado por uma estrutura bem ritmada e reviravoltas bem ponderadas. Por que isso não foi lançado em todos os estados?

Guillermo completou: “Vimos [Juror No. 2] no Grove com uma multidão significativa que foi vocal e receptiva o tempo todo. Eu realmente espero que a WB a possa segurá-lo [nos cinemas] por mais tempo. Eastwood é um mestre cineasta e o ofício constante e descomplicado o revela ainda em grande forma. Vá assistir ao filme na tela grande!

Juror No. 2 (2024) deve ser lançado na Max no final de dezembro. Por ora, não há expectativa de uma janela de exibição nos cinemas brasileiros.

Leia mais sobre Juror No. 2:

Na trama do longa dirigido por Clint Eastwood, acompanhamos um homem de família (Nicholas Hoult) que, enquanto serve como jurado em um julgamento de alto perfil por assassinato, se encontra lutando com um sério dilema moral que ele poderia usar para influenciar o veredicto e potencialmente condenar ou libertar a pessoa errada.

Fonte: World of Reel



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