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Durante seu mandato como CEO da The Walt Disney Company, Bob Iger se tornou muito conhecido por expandir o robusto portfólio de marcas com aquisições notáveis.

Embora a primeira tenha sido a Pixar, foi apenas no dia 31 de agosto de 2009 que houve o anúncio daquele que se tornaria um dos maiores acordos de todos os tempos: a Marvel Entertainment.

Comprada pela companhia do Mickey Mouse em um acordo avaliado em cerca de US$ 4 bilhões, a Casa das Ideias pode ser considerada a pechincha do século (pelo menos até comprarem a Lucasfilm alguns anos depois).

Na época, a Marvel tinha um histórico de problemas financeiros e esteve à beira da falência mais de uma vez. Apenas dois filmes do Universo Cinematográfico da Marvel tinham sido lançados (O Incrível Hulk e Homem de Ferro), e os direitos dos seus personagens estavam espalhados por Hollywood.

Não a toa, existia um acordo de distribuição com a Paramount Pictures.

Apenas em 2012, com Os Vingadores, que a Disney começaria distribuir todos os filmes da Marvel Studios e, desde então, seu sucesso só foi ampliado.

Já são US$ 21 bilhões arrecadados nas bilheteria ao redor do mundo, e a expansão continuará com mais de treze filmes já programados para estrear entre agora e 2027.

“Se eu pensei que (a Marvel Studios) agregaria um valor tão alto à companhia? Sabe, tenho que admitir que, honestamente, superou minhas expectativas.”

Disse Iger ao The Old Man and the Three em uma entrevista anterior.

“Quero dizer, eles (Kevin Feige, Louis D’Esposito, outros criativos da Marvel Studios) são tão talentosos que eu deveria saber que, se fornecemos os recursos, produziriam em alturas ainda maiores.”

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Outro fator importante é que US$ 21 bilhões vieram apenas de produções na tela grande, pois a Disney também expandiu seu alcance da Marvel para inúmeros brinquedos, mercadorias, roupas, séries de TV, atrações de parques temáticos, lançamentos de mídia doméstica e muito mais.

Então, podemos dizer que esse retorno de investimento é praticamente incalculável.