Em entrevista com o Collider, o diretor David Gordon Green explicou a controversa decisão de dar um salto temporal de quatro anos entre Halloween Kills e Halloween Ends.
O diretor explicou que a intenção era fazer o oposto do que aconteceu em Halloween Kills, com agora Michael Myers se recuperando de ferimentos.
O cineasta também contou que, em sua perspectiva, seria uma boa oportunidade para tentar uma abordagem um pouco diferente em Halloween Ends.
“É, de muitas maneiras, o oposto do que aconteceu com Laurie. Halloween Kills foi, para mim, um capítulo meio caótico.”
“Quase como uma ópera de Michael Myers. Já em Halloween Ends, eu só queria sentir a emoção, sentir a atmosfera e sentir o romance.”
“Eu queria que fosse como uma música de amor para os fãs, e acho que ninguém vai perceber isso. As pessoas certamente não esperavam que tomássemos algumas decisões que tomamos.”
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Quatro anos após os eventos de Halloween Kills: O Terror Continua, Laurie (Jamie Lee Curtis) está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver.
Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.
A franquia Halloween é precursora do gênero slasher, que dominou os filmes nos anos 80 e 90, e Laurie Strode é considerada a primeira “garota final” (final girl), única a sobreviver ao assassino. Um tropo cinematográfico característico do gênero.






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