Em entrevista com a Us Weekly, o co-roteirista de Halloween Ends, Danny McBride (que também é ator), reconheceu que as críticas feitas ao terror são “válidas”.
“Eu também sou um grande fã de Halloween. Você quer que os fãs fiquem animados, não com raiva de você. Foi uma tentativa divertida, de qualquer maneira. Adorei conhecer John Carpenter e Jamie Lee Curtis. Foi surreal ter participado dessa história. Foi incrível.”
“Acho que os fãs tiveram críticas válidas. Todos os três filmes foram meio que uma criação de David Gordon Green. Ele tinha uma ideia muito clara do que queria fazer. Eu me senti muito sortudo por ter ajudado com o que podia. Achei que era legal a proposta de focar nesse personagem, Corey. Parecia uma abordagem inteligente. Pensei que era uma boa oportunidade de evitar a repetição e fazer algo novo, mas ainda conectado a Halloween.”
Danny McBride acredita que, mesmo que Halloween Ends tenha sido um fim, a franquia pode voltar em breve com novos realizadores.
“Eu sinto que nos divertimos e colocamos a nossa marca. Nada deve ser descartado. Ainda estou interessado em ver o que outras pessoas podem fazer com isso.”
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Quatro anos após os eventos de Halloween Kills: O Terror Continua, Laurie (Jamie Lee Curtis) está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver.
Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.
A franquia Halloween é precursora do gênero slasher, que dominou os filmes nos anos 80 e 90, e Laurie Strode é considerada a primeira “garota final” (final girl), única a sobreviver ao assassino. Um tropo cinematográfico característico do gênero.






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