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Harrison Ford, de Indiana Jones e a Relíquia do Destino, foi questionado sobre a polêmica da utilização de inteligência artificial em Hollywood.

Isso, vale dizer, está se tornando cada vez mais comum, tanto em filmes quanto séries.

“Quando é útil, fico feliz por tê-la (no filme), quando não é, fico desapontado por termos escolhido esse caminho.”

Declarou ao Who’s Talking to Chris Wallace?

“Acho que não é uma questão de tecnologia, e sim como você a usa. Quero dizer, temos a capacidade de gerar mais inimigos do que qualquer um enfrentaria antes. Mais aviões no céu. Mas, você também pode perder escala humana. E se isso acontece, você perde a capacidade do público de experimentar, de forma consistente com os personagens, a história que está contando. É muito fácil (de acontecer).”

Nesse momento, a aprovação de Indiana Jones e a Relíquia do Destino no Rotten Tomatoes aparece em 60% após 107 avaliações, sendo 64 positivas e 43 negativas.

O consenso do site diz, “Embora haja uma corrida nostálgica em ver Harrison Ford de volta à ação, Indiana Jones e a Relíquia do Destino é um final de franquia amplamente desnecessário.”

A nota média, enquanto isso, ficou em 6,1/10.

Leia mais sobre Indiana Jones:

Indiana Jones e A Relíquia do Destino trará James Mangold (Logan) na direção, substituindo Steven Spielberg.

O filme é situado no auge da corrida espacial, com Indy (Harrison Ford) mais uma vez enfrentando seus inimigos favoritos, os nazistas. ‎‎Mads Mikkelsen‎‎ ‎‎irá interpretar o vilão Voller, descrito como “um cientista nazista alistado na NASA pelo governo dos EUA para trabalhar na iniciativa de pouso na Lua”.

Além de Harrison Ford, também teremos Phoebe Waller-Bridge (Killing Eve), Thomas Kretschmann (Vingadores: Era de Ultron, O Procurado), e Boyd Holbrook (Logan) no elenco principal.

No Brasil, a estreia está agendada para 29 de junho.



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