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De acordo com relatório do The Hollywood Reporter, Game of Thrones quase não se tornou franquia na HBO. Várias discussões envolvendo derivados aconteceram, onde a vice-presidente executiva da emissora, Francesca Orsi, externou suas preocupações.

Uma fonte consultada aponta que Orsi não queria “tentar substituir” a série principal, indiscutivelmente um dos maiores sucessos da história da TV.

‎”Eles estavam compreensivelmente muito nervosos sobre falhar e não fazer jus à série original. Não acho que havia muita confiança internamente (que Thrones se tornaria uma franquia). A série principal era tão grande e seminal que tornava tudo muito difícil de imaginar.”‎

Isso, naturalmente, acabou sendo superado, e em breve teremos diferentes projetos derivados, começando por A Casa do Dragão em 21 de agosto.

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O roteiro e produção ficaram sob responsabilidade de George R.R. Martin e Ryan Condal.

O elenco principal conta com Paddy Considine (Blitz) como Rei Viserys Targaryen, Matt Smith (Doctor Who) como Príncipe Daemon Targaryen, Olivia Cooke (Jogador Nº 1) como Alicent Hightower e Emma D’Arcy (Truth Seekers) como Princesa Rhaenyra Targaryen.

Baseada no livro Fogo & Sangue de George R. R. Martin, A Casa do Dragão é um derivado de Game of Thrones que narra a história de conquista de terras em Westeros, mais conhecida como a Dança dos Dragões.

Situada mais de 200 anos antes dos eventos da série original, acompanhamos a guerra civil que acontece enquanto os meio-irmãos Aegon II (Tom Glynn-Carney) e Rhaenyra (Emma D’Arcy) almejam o trono após a morte do pai Viserys I (Paddy Considine).

Rhaenyra é a filha mais velha, contudo, Aegon é o filho homem de um segundo casamento, o que acaba gerando uma crescente tensão entre dois clãs Targaryen sobre quem tem o verdadeiro direito ao trono.

Como descrito em Game of Thrones, no tempo em que a família Targaryen dominava os 7 reinos, a casa era conhecida por seus imponentes dragões, que assim como a família, acabaram praticamente extintos após o conflito interno.



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