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Death Stranding 2: On the Beach traz uma mudança importante na filosofia na carreira de Hideo Kojima. O diretor e roteirista queria ter certeza que mais jogadores chegassem até o final da experiência.

Em entrevista ao PC Gamer, Hiraoki Yoshiike, diretor de níveis, revelou que essa foi uma orientação direta do criador ao longo do desenvolvimento. O jogo original acabou sendo excessivamente detalhado na introdução de seus conceitos e do mundo, tornando seu ritmo mais lento do que o previsto.

“Kojima queria que mais pessoas aproveitassem o jogo até o final. Essa foi uma ordem que ele deu.”

Para a sequência, a equipe optou por simplificar parte da construção de mundo. Isso não significa menos profundidade, mas sim uma abordagem mais acessível: os elementos mais densos de lore continuam presentes, porém de forma opcional e voltada para jogadores dedicados.

“Aqui, não precisávamos fornecer tantos elementos de construção de mundo, poderíamos torná-lo menos elaborado. Aqueles que buscam completar tudo ainda podem aproveitar isso, mas garantimos que quem não se importa tanto consiga seguir a história por meio de elementos suplementares dentro do jogo.”

De acordo com Yoshiike, os resultados já são visíveis. Métricas internas indicam que os jogadores estão avançando muito mais na campanha em comparação ao primeiro título, exatamente como planejado.

Leia mais sobre Death Stranding 2:

Na trama, Sam, ao lado de seus companheiros, parte em uma nova jornada para salvar a humanidade da extinção. Junte-se a eles enquanto percorrem um mundo cercado por inimigos sobrenaturais, obstáculos e uma dúvida assombrosa: deveríamos ter nos conectado?

Death Stranding 2: On The Beach recebeu aclamação de crítica e público, e está disponível para PlayStation 5 e PC.

Fonte: PC Gamer