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Quando você pensa que a indústria de Hollywood não pode ser mais fútil, ela dá a volta e te surpreende avaliando diretores por suas notas no Rotten Tomatoes.
Bem, não há como negar que, de alguma forma, o agregador de críticas se tornou extremamente popular entre o público, que molda suas opiniões de acordo com os selos e porcentagens da plataforma.
Ok, o público — que muitas vezes sequer entende como funciona a métrica — levar o Rotten tanto assim em consideração é até compreensível. Porém, soa bastante esquisito saber que produtores de Hollywood estão usando o agregador como fator determinante para a contratação de diretores, conforme revelou um artigo do Hollywood Reporter.
“A porcentagem do Rotten Tomatoes é a primeira coisa que as pessoas olham quando eu ofereço um diretor,” revelou um agente, que preferiu manter-se anônimo. “Isso inevitavelmente afeta a tomada de decisão em torno da contratação de um diretor.”
A escolha de um diretor para um projeto é um processo muito importante. Reduzir isso a analisar uma porcentagem de aprovação, por mais que soe como uma tentativa de minimizar os riscos, tem o efeito contrário, pois nem sempre alguém que é muito bom em fazer sabão é adequado para desarmar uma bomba.
Fica a pergunta: se esse modelo de avaliação existisse na década passada, o que seria de um James Gunn (Guardiões da Galáxia)?

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Fundando em 1998, o Rotten Tomatoes separa filmes em três categorias principais. Sendo elas: Certificado Fresh, Fresh e Rotten.
Rotten são os “tomates podres“, que ficam com uma porcentagem de aprovação da crítica entre 0 e 59%.
Fresh são os “tomates frescos“, que ficam com uma porcentagem de aprovação entre 60 e 70%;
Por fim, o Certificado Fresh é dado apenas para filmes que superam a marca de 75% com ao menos 80 avaliações de críticos, sendo 5 delas de “Top Critics“.
Fonte: The Hollywood Reporter