Em Indiana Jones e a Relíquia do Destino, veremos um Indy que já passou por muita coisa, e está completamente mudado, conforme provocou James Mangold.
Falando com o The Hollywood Reporter, o diretor disse que veremos o personagem sofrendo com as consequências do passar do tempo, não só fisicamente, mas também emocionalmente.
“Não podemos nos esconder de onde estamos em nossas vidas – nenhum de nós pode – e nem Indiana Jones. Eu queria seguir o próprio exemplo de Harrison Ford, e simplesmente lidar com isso diretamente. Não é apenas um filme sobre um herói que é chamado de volta à ação em seus anos de crepúsculo. É mais do que apenas que seus ossos estão doendo, e sim a que sua alma possa doer, ou que algum de seu otimismo ou senso de pertencimento no mundo possa ter evaporado. Um erro que você pode cometer em filmes – e todos nós já vimos filmes como este – é ter alguém de uma idade madura, e sustentar uma farsa de que essa pessoa não é tão velha. ” Disse Mangold.
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Indiana Jones e A Relíquia do Destino trará James Mangold (Logan) na direção, substituindo Steven Spielberg.
O filme será situado no auge da corrida espacial, com Indy (Harrison Ford) mais uma vez enfrentando seus inimigos favoritos, os nazistas. Mads Mikkelsen irá interpretar o vilão Voller, descrito como “um cientista nazista alistado na NASA pelo governo dos EUA para trabalhar na iniciativa de pouso na Lua”.
A trilha sonora será composta novamente pelo lendário John Williams, que deu a entender em uma entrevista recente que deixará os cinemas depois do lançamento no próximo ano.
O elenco também traz Phoebe Waller-Bridge (Killing Eve), Thomas Kretschmann (Vingadores: Era de Ultron, O Procurado), e Boyd Holbrook (Logan).
A estreia está agendada para 30 de junho.