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As Joias do Infinito foram, certamente, o maior foco das últimas fases do MCU, e até hoje, apresentam um certo significado para o universo cinematográfico, história esta que foi criada em questão de minutos por James Gunn.
Em entrevista para a revista GQ, o diretor por trás da aclamada trilogia dos Guardiões da Galáxia, diz que elaborou o “background” dos artefatos em apenas três minutos.
O cineasta se refere à uma cena do primeiro filme da trilogia lançado em 2014, em que o Colecionador conta aos heróis principais de onde vieram as joias.
“Quando escrevi a cena com o Colecionador, onde ele explica que houve uma explosão e que as Joias do Infinito nasceram, o que elas significam e de onde vieram, foi literalmente eu me sentando por três minutos e escrevendo. E foi isso que deu origem a todo o enorme arco posterior… Eu não fazia ideia de que se tornaria o que se tornou.”

Os artefatos foram de suma importância para a jornada de Thanos no MCU, levando-o a ser o principal vilão de produções como Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Ultimato (2019).
Vale destacar que os três filmes de Guardiões da Galáxia estão disponíveis no Disney+, juntamente aos outros títulos da Marvel Studios.
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Tendo encerrado seu conjunto de longas para o MCU em 2023, com o atual cargo de James Gunn como co-CEO da DC Studios, é improvável que o cineasta retorne para o universo concorrente para um 4º filme da equipe disfuncional.
A cena pós-créditos do Vol. 3, no entanto, deixa claro que o arco da equipe não chegou ao fim, e sua formação ganhou novos rostos como Adam Warlock (Will Poulter).
Não se sabe se a Marvel Studios estaria interessada em contratar um novo cineasta para continuar a jornada do grupo intergaláctico.
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Fonte: GQ Magazine.






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