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Phantom Blade 0 é um RPG de ação em terceira pessoa que aposta em combates rápidos e intensos, combinando artes marciais chinesas com uma estética sombria e elementos tecnológicos. Descrito pelos próprios desenvolvedores como “Kungfupunk”, o título tem lançamento previsto para 8 de setembro de 2026 no PC e no PlayStation 5.
Durante a gamescom latam 2026, tivemos a oportunidade de testar uma versão de demonstração do jogo, com foco direto na experiência de combate e na proposta central da aventura. A prévia deixou claro que a ideia aqui não é apenas seguir a cartilha dos soulslike, mas acelerar o ritmo e exigir precisão constante do jogador em confrontos que não dão espaço para hesitação.
Na história, o jogador assume o controle de Soul, um assassino de elite que serve a uma organização conhecida como Ordem. Após ser traído e acusado injustamente de matar seu próprio mestre, ele é fatalmente ferido, mas retorna à vida graças à intervenção de um curandeiro místico. A partir daí, passa a ter apenas 66 dias para descobrir a verdade por trás da conspiração e buscar vingança.

Ao longo do meu teste, o que mais me chamou atenção foi a fluidez do combate. Os comandos respondem de forma rápida e precisa, permitindo que o jogador se adapte quase imediatamente ao ritmo acelerado das batalhas. Ataques leves funcionam como ferramenta para manter pressão e interromper inimigos, enquanto golpes pesados entregam alto dano, mas deixam o personagem exposto, criando um equilíbrio claro entre risco e recompensa.
Além disso, há uma variedade considerável de armas disponíveis, incluindo espadas de uma e duas mãos, lâminas curvas e equipamentos menos convencionais. Também existem opções voltadas para habilidades específicas, como armas mais pesadas capazes de atordoar adversários com maior facilidade. A troca entre armamentos durante o combate adiciona uma camada estratégica importante, incentivando diferentes abordagens dependendo da situação.
Defesa e leitura de movimentos inimigos são igualmente essenciais. O sistema de parry tem papel central na experiência, recompensando o timing correto com aberturas para contra-ataques. Já a esquiva exige precisão, funcionando como alternativa para escapar de sequências mais agressivas. Em conjunto, essas mecânicas constroem um combate que depende mais de execução do que de estatísticas.

A demonstração testada apresentava uma missão direta: avançar por um cenário até enfrentar um chefe. O percurso, apesar de linear, se mostrou bem estruturado, com encontros constantes contra diferentes tipos de inimigos. A ambientação se destacou tanto pelo nível de detalhe visual quanto pelo uso de trilha sonora e efeitos sonoros para reforçar a tensão dos combates.
O confronto final trouxe um pico claro de dificuldade. O chefe, um inimigo extremamente ágil acompanhado por dois NPCs menores, exigia domínio das mecânicas defensivas e leitura de padrões. A repetição de tentativas revelou um comportamento interessante da demo, que parecia suavizar o desafio após múltiplas derrotas, reduzindo gradualmente o número de aliados do chefe. Ainda assim, a vitória dependeu da adaptação ao ritmo da luta e do uso preciso das ferramentas disponíveis.
Mesmo com um tempo limitado de cerca de 30 minutos, a experiência foi suficiente para demonstrar o potencial do jogo. A combinação de combate veloz, ambientação marcante e foco em habilidade sugere uma proposta que pode se destacar dentro do gênero. Se o conteúdo completo mantiver o nível apresentado na demonstração, Phantom Blade 0 tem espaço para figurar entre os lançamentos mais relevantes de 2026.
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O jogo de ação e aventura, marcado para 9 de setembro de 2026, será exclusivo de console para PlayStation 5 por, pelo menos, um ano.


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