
Apesar das refilmagens, rumores de problemas de produção, e um final alterado, Rogue One: Uma História Star Wars triunfou nos cinemas; e muito disso é devido ao trabalho de seus editores, que fizeram com que tudo se encaixasse perfeitamente.
John Gilroy, que é creditado como um dos três editores de Rogue One, foi trazido bem depois da conclusão da produção inicial, e teve uma grande participação na elaboração do explosivo terceiro ato do filme, no planeta Scarif. Desde então, Gilroy não se pronunciou sobre como a história originalmente seria, mas acabou quebrando esse silêncio em uma entrevista com o i09, revelando-se satisfeito com o produto final.
“Fiquei muito feliz com a forma como nós movemos as pessoas para a aflição da morte, e então para uma sequência de ação surpreendente que você não estava esperando, e depois vendo Leia por um momento, sabendo que uns 20 minutos depois o primeiro filme vai começar. Ele move sua emoção para direções diferentes sem manipular você. Realmente te leva a um ótimo lugar.”
Gilroy também trabalhou em outro blockbuster lançado em 2016: Esquadrão Suicida, que também ficou conhecido por ter tido uma série de refilmagens e novas edições. Quando solicitado a comparar sua experiência trabalhando em ambos os filmes, Gilroy admitiu que não era a favor de todas as escolhas feitas em Esquadrão Suicida, mas que mudanças acontecem em quase todos os filmes.
“Eu não concordei com tudo que fizemos em Esquadrão Suicida, mas eu concordei com tudo que fizemos em Rogue One. Essas coisas acontecem. Estes filmes são muito grandes, tem muita gente envolvidas neles, e às vezes as pessoas mudam de rumo ou pensam em uma nova direção para o filme, faltando pouco para o lançamento.”
O que será que Gilroy não concordou em Esquadrão Suicida? Será que se o editor tivesse a mesma liberdade que teve em Rogue One, o filme da DC poderia ter sido melhor recebido?