
Jon Bernthal achou um pouco assustadora a ideia de se tornar o Frank Castle das séries da Marvel na Netflix no início, e esse medo faz parte do motivo pelo qual ele acabou assumindo o papel. Em entrevista com a Variety, Bernthal revela que jamais pensou que faria parte de um universo de super-heróis.
“Sendo totalmente sincero, fazer parte de uma franquia de super-heróis não era minha ambição. Não estava no meu radar. Muitos atores que admiro muito evitam esse tipo de coisa.”
Mas o Justiceiro não é exatamente um super-herói.
“Ele não tem nenhum superpoder, e ele não tem máscara. Ele é um aflito pai e marido que está sofrendo com um evento incrivelmente traumático. Havia algo sobre isso que me assustou e me deixou intrigado. Costumo me atrair por coisas que me assustam.
Amo minha esposa e meus filhos mais do que eu. Gostaria de dar minha vida de bom grado por eles. Você só entende o que é perda quando entende um amor assim. A essência dessa ideia me assustou.”
Esse trauma, para Bernthal, é o que torna Frank Castle interessante e ele não tem interesse de suavizar o Justiceiro para fazer dele um candidato mais provável para se juntar aos Defensores.
“Não estou interessado em fazer as pessoas gostarem dele. Não estou interessado em torná-lo confiável. Ele vive na escuridão e não está tentando conquistar pessoas.”
Depois de se vingar dos responsáveis pelas mortes de sua esposa e filhos, Frank Castle (Jon Bernthal) descobre uma conspiração que vai muito além do submundo do crime de Nova York. Agora conhecido em toda a cidade como O Justiceiro, ele deve descobrir a verdade sobre as injustiças que afetam mais do que sua família.
O Justiceiro acompanha Frank Castle (Jon Bernthal) após os eventos da segunda temporada de Demolidor. Consistindo de 13 episódios, a série já está disponível na Netflix. No elenco, também temos Ben Barnes como Billy Russo, Deborah Ann Woll como Karen Page e Ebon Moss-Bachrach como Microchip.




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