Em entrevista com a Wired, Keanu Reeves revelou ter uma cláusula contratual em seus filmes contra a manipulação digital de seu rosto.
Isso se deve a uma experiência desagradável que ele teve com um de seus trabalhos no início dos anos 2000.
“No início dos anos 2000, ou fim dos anos 90, eu tive uma performance alterada. Não posso dizer qual. Eles colocaram uma lágrima em meu rosto, e eu não entendi. Se é para ser assim, eu nem precisava estar ali.”
O ator acrescentou que algumas tecnologias podem ter um impacto negativo na indústria, como a dos deepfakes.
“O que é frustrante nesses deepfakes é que você perde a sua agência. Quando você entrega uma performance em um filme, ela pode até ser editada, mas você estava ali, participando. Com deepfakes, você perde todos os seus pontos de vista. É assustador. Será interessante ver como os humanos lidam com essas tecnologias. São tantos os impactos culturais e sociológicos. A nossa espécie está sendo estudada. São tantos os ‘dados’ sobre os nossos comportamentos. As tecnologias estão encontrando um lugar em todas as esferas da sociedade.”
Keanu Reeves retorna em John Wick: Capítulo 4, o novo filme de uma de suas franquias mais bem-sucedidas.
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John Wick 4: Baba Yaga terá Keanu Reeves no papel principal, e chega aos cinemas em 23 de março.
Os recém-chegados no elenco principal são Donnie Yen (O Grande Mestre), Hiroyuki Sanada (Mortal Kombat), Shamier Anderson (Passageiro Acidental) e Bill Skarsgard (IT: A Coisa).
A franquia de ação com Keanu Reeves traz um assassino aposentado que volta a atuar, guiado por uma busca incontrolável de vingança. Precisando lutar contra assassinos sanguinários que o perseguem, John precisará elevar suas habilidades ao limite se quiser sair vivo.






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