
Em entrevista ao site IndustryGamers, Hermen Hulst, o co-fundador da Guerrilla afirmou que o jogo ainda não usa 100% do poder do Playstation 3.
“Ao final de cada projeto nós dizemos: ‘Nós sugamos tudo’. Eu cometi esse erro no final de Killzone 2. Sentíamos que tínhamos chegado ao limite. Agora sabemos por experiência própria, que há sempre mais quilometragem na tecnologia. Você sempre pode encontrar novas técnicas”
Hulst ainda usou como exemplo o anti-aliasing aplicado em Killzone 2, que foi bastante melhorado na terceira versão, e a quantidade de polígonos, que é nada menos do que três vezes maior do que a de seu antecessor.
Killzone é um jogo de tiro em primeira pessoa disponivel exclusivamente para o Playstation 3.