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A apresentação de Project Windless durante a State of Play chamou a atenção da comunidade pelo visual ambicioso, mas também levantou dúvidas relacionadas a uma possível utilização de inteligência artificial no desenvolvimento. Em contato com Eurogamer, a Krafton esclareceu que as etapas de arte e narrativa não tiveram nenhum resquício da ferramenta.

De acordo com um porta-voz, os estúdios sob o guarda-chuva da companhia operam com alto grau de independência criativa, tendo liberdade para escolher as ferramentas adequadas a cada produção. No caso de Windless, a equipe de Montreal estaria seguindo uma abordagem tradicional.

Os estúdios da Krafton operam com alto grau de independência criativa, permitindo que cada equipe selecione as ferramentas e métodos que melhor se adequem aos seus projetos”, afirmou. “Em Project Windless, a equipe de Montreal está adotando uma abordagem tradicional, orientada pelo trabalho artesanal no desenvolvimento single-player. A equipe utiliza IA principalmente de forma interna, durante fases exploratórias, para apoiar iteração e eficiência, e não como um recurso central voltado ao jogador.”

A empresa também destacou que a utilização da ferramenta no projeto não envolve o que hoje é comumente entendido como inteligência artificial generativa. Em vez disso, trata-se de sistemas de machine learning tradicionais, amplamente utilizados na indústria há décadas.

Por outro lado, a tecnologia conhecida como machine learning (amplamente utilizada na indústria há décadas) está sendo empregada para sistemas de comportamento de NPCs e no ajuste fino de animações dependendo do ambiente.

Project Windless utiliza sistemas tradicionais de IA para conduzir o comportamento dos NPCs e dar vida ao mundo e aos personagens para além do combate. Esses sistemas governam como os personagens reagem, se movem e se comportam no ambiente. Não estamos utilizando IA generativa para criação de conteúdo ou elementos narrativos”, concluiu.

Sabemos que é baseado na série literária sul-coreana de fantasia The Bird That Drinks Tears.

Trata-se de um RPG de ação em mundo aberto, e o conflito da história gira em torno da tensão entre os Nhaga e outras raças após o assassinato brutal de um emissário. Assim como nos livros, a narrativa parece dar grande destaque aos Nhaga e à peculiar relação que mantêm com seus próprios corações, um elemento central do mundo criado por Lee Youngdo.

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Fonte: Eurogamer

Redator do O Vício. Bruno Gomes é especializado em cultura pop, com mais de 10 anos de experiência cobrindo filmes, séries e franquias de sucesso. Apaixonado por filmes de ação, acompanha todas as novidades do multiverso em tempo real.


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