
No começo do ano, o Líbano baniu Mulher-Maravilha porque sua estrela principal, Gal Gadot, serviu nas forças israelenses sob o serviço nacional do país. Os dois anos de serviço de Gadot coincidiram com a guerra de 2006 entre Israel e o Líbano, um dos muitos conflitos nos quais os rivais amargos se envolveram ao longo das décadas.
Agora, o mesmo acontece com Liga da Justiça, que estrearia no país esta semana. Uma campanha de boicote feita por ativistas libaneses foi bem-sucedida, e o país decidiu não exibir o longa-metragem que une os maiores heróis da DC em seus cinemas. Mundialmente, é claro, a bilheteria do Líbano é apenas uma pequena fatia, mas a níveis locais, o impacto é considerável.
Seguido da morte de Superman (Henry Cavill) pelas mãos do Apocalypse em Batman vs Superman, Batman (Ben Affleck) reavalia seus métodos extremos e inicia a busca por outros heróis para formar uma equipe que será responsável pela defesa da Terra. Ao lado da Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Batman recruta Victor Stone (Ray Fisher), o Ciborgue, o velocista Flash (Ezra Miller), e Aquaman (Jason Momoa), o Rei de Atlântida. Eles terão de enfrentar o Lobo da Estepe (Ciaran Hinds), um guerreiro e segundo em comando do exército de Darkseid. Sua missão é recuperar as três Caixas Maternas escondidas na Terra.
Liga da Justiça tem direção de Zack Snyder e já está em cartaz nos cinemas brasileiros. O elenco tem Henry Cavill como Superman, Ben Affleck como Batman, Gal Gadot como Mulher-Maravilha, Ezra Miller como Flash, Jason Momoa como Aquaman, Ray Fisher como Cyborg, Amber Heard como Mera e Ciaran Hinds como Lobo da Estepe.