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Desde junho de 2020, quando disparou um tweet acusando Joss Whedon de conduta “grosseira, abusiva, não profissional e completamente inaceitável” no set da Liga da Justiça, Ray Fisher vem usando as redes sociais e uma série de entrevistas para lançar sérias acusações sobre comportamentos racistas do diretor sendo acobertados pela Warner Bros.

Agora, em um artigo publicado pelo site norte-americano The Hollywood Reporter, Fisher abriu o jogo sobre novos problemas que teve durante as gravações, incluindo uma suposta conversa entre o então co-presidente da DC Films, Jon Berg, e o chefe da Warner, Toby Emmerich, que levaram ao corte de várias cenas do Cyborg.

Os executivos teriam dito que que não poderiam ter “um homem negro raivoso” no centro do filme. Um representante do produtor Geoff Johns disse que todas as discussões, na verdade, buscavam “adicionar alegria e esperança a todos os seis super-heróis. Sempre há conversas sobre como evitar qualquer estereótipo de raça, gênero ou sexualidade”.

Liga da Justiça de Zack Snyder está disponível no Brasil através de múltiplas plataformas de compra e aluguel, incluindo Google Play, PlayStation Store, Microsoft Store e Apple TV.

Determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça se aproximando de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seu próprio passado para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem, finalmente formando uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman, Mulher Maravilha, Aquaman (Jason Momoa), Ciborgue (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Lobo da Estepe, DeSaad e Darkseid e suas intenções terríveis.



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