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Uma das sequências mais comentadas da série Loki ocorreu no terceiro episódio, quando Loki (Tom Hiddleston) e Sylvie (Sophia Di Martino) foram confirmados como bissexuais.

O momento adicionou a mais forte representação canônica da comunidade LGBTQIA+ que o Universo Cinematográfico da Marvel já apresentou ao público.

Em uma entrevista recente ao Rotten Tomatoes, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige falou sobre a importância de este universo fictício abordar questões representativas do mundo real.

“A representação é importante para todos, e os quadrinhos traçaramm o caminho de quase todas as maneiras para o que fazemos no MCU. Nos quadrinhos, há muitos personagens LGBTQ e queremos mostrar isso no tela também. Queremos dar vida a esses personagens na tela. Como Stan Lee costumava dizer, ‘A Marvel representa o mundo fora de sua janela.’ E fora da sua janela, existem todos os diferentes tipos de pessoas em todos os diferentes tipos de lugares com todos os diferentes tipos de preferências, e queremos que isso se reflita no MCU e em nosso mundo fictício, assim como em nosso mundo real.”

Começando imediatamente depois que Loki rouba o Tesseract (novamente), o irmão de Thor se vê chamado perante a TVA, uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, forçado a responder por seus crimes contra a linha do tempo e dada uma escolha: enfrentar a exclusão da realidade ou ajudar a pegar uma ameaça ainda maior.

Loki conta com com direção de Kate Herron (Sex Education), enquanto Michael Waldon (Rick & Morty) é o produtor principal.

O elenco principal traz Tom Hiddleston (Thor: Ragnarok), Owen Wilson (Horas de Desespero), Gugu Mbatha-Raw (The Cloverfield Paradox) e Richard E. Grant (Logan).



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