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De acordo com relatório do The Hollywood Reporter, o envolvimento de Martin Scorsese em “Coringa” por pouco não foi muito mais importante do que se imaginava. Antes da chegada de Todd Phillips, o site diz que Scorsese cogitou assumir a direção do filme.

É citado, porém, que a versão apresentada por Phillips e o roteirista Scott Silver em meados de 2016 agradou muito ao estúdio, especialmente Kevin Tsujihara (que posteriormente deixou o comando da Warner Bros. por um escândalo de assédio sexual).

A decisão de seguir em frente com o projeto, e consequentemente um novo ator, irritou Jared Leto, intérprete do vilão em “Esquadrão Suicida“.

Scorsese, que havia sido anunciado como um dos produtores, decidiu deixar a função com sua frequente colaboradora, Emma Tillinger Koskoff, principalmente para se manter focado em “O Irlandês“. Ainda assim, obras como O Rei da Comédia e Taxi Driver continuaram tendo grande influência na abordagem de Phillips.

Outro detalhe confirmado no relatório é que Leonardo DiCaprio realmente nunca foi considerado para o papel principal, algo especulado na época.

Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) trabalha como palhaço para uma agência de talentos e, toda semana, precisa comparecer a uma agente social, devido aos seus conhecidos problemas mentais. Após ser demitido, Fleck reage mal à gozação de três homens em pleno metrô e os mata. Os assassinatos iniciam um movimento popular contra a elite de Gotham City, da qual Thomas Wayne (Brett Cullen) é seu maior representante.

Coringa está em cartaz nos cinemas brasileiros, e conta com direção de Todd Phillips. O elenco conta com Joaquin Phoenix, Robert De Niro, Zazie Beetz, Brett Cullen, Shea Whigham, e Marc Maron.



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