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O roteirista Josh Trujillo revelou em entrevista recente que a Marvel Comics tem planos para trazer de volta o personagem Aaron Fischer, o primeiro Capitão América abertamente LGBT da Marvel, em um novo projeto envolto em mistério.

Em entrevista ao podcast Spec Tales, Trujillo falou mais sobre o personagem que ele criou, ao lado do artista Jan Bazaldua, revelando que Fischer poderá voltar em breve às páginas da Marvel Comics.

“Espero que as pessoas entendam o que estou tentando fazer com Aaron Fischer”, disse Trujillo. “Ele é um fugitivo. Recebemos uma resposta muito positiva de muitas pessoas que sofreram como sem-teto em suas vidas ou fugiram delas mesmas. Eles realmente ressoaram com o personagem. Vamos fazer algumas coisas com ele no futuro, de novo, o que me deixa animado. Isso é meio que uma notícia de última hora. Guarde isso em segredo. Não estou tentando trollar ninguém. Estou apenas tentando contar as melhores histórias que posso e puxar de minhas experiências. Se isso irrita alguém, me desculpe.”

Quem é Aaron Fischer?

Aaron Fischer apareceu pela primeira vez em The United States of Captain America #1 de 2021 por Trujillo, Christopher Cantwell, Bazaldua, Dale Eaglesham, Matt Milla e Joe Caramagna. Fischer fugiu de casa ainda jovem depois que seu pai abusou dele por ser gay. Ele então fez seu próprio escudo e começou a defender outros fugitivos, tornando-se conhecido como o Capitão América das Ferrovias. Fischer mais tarde cruzou com Steve Rogers e Sam Wilson e informou os dois Capitães Américas sobre toda uma operação de heróis, Captains Network, que operam em todo o país.

Leia mais sobre o Capitão América:

‎A Marvel‎‎ ‎‎apresentou vários novos ‎‎Capitães América‎‎ nos eventos de ‘The United States of Captain America‘, com a primeira edição apresentando Aaron Fischer, que aliás, é representante da comunidade LGBTQ+.

A série em quadrinhos introduziu também Nichelle Wright, Joe Gomez, Arielle Agbayani e Jeremy Merrick.

Cada versão vem de uma parte diferente do país, cada um com diferentes origens culturais, mas cada um luta pela liberdade e segurança de seus concidadãos em suas respectivas comunidades.‎