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O novo documentário Melania, focado na atual primeira-dama dos Estados Unidos, está enfrentando uma recepção crítica severa. A produção estreou com apenas 8% de aprovação no Rotten Tomatoes e uma nota 4 no Metacritic, marcando uma das pontuações mais baixas já registradas na história da plataforma.

Financeiramente, o cenário apresenta um paradoxo. A Amazon realizou um investimento atípico de US$ 40 milhões na produção. As projeções indicam uma arrecadação de US$ 8 milhões em seu fim de semana de estreia nos EUA. Embora esse valor seja considerado excelente para os padrões de um documentário, ele se torna insuficiente diante do orçamento de blockbuster, tornando o retorno financeiro do projeto matematicamente improvável. Analistas apontam que a maior parte da bilheteria deve vir de estados como Texas e Flórida, onde a base eleitoral de Donald Trump é maciça.

A obra é dirigida por Brett Ratner, cineasta que estava afastado de grandes projetos após entrar para a “lista negra” de Hollywood devido a acusações de abuso e assédio entre 2017 e 2018. Recentemente, seu nome também apareceu em documentos ligados ao caso Jeffrey Epstein, embora sem associação direta a crimes. Rumores indicam que Ratner pode retornar para dirigir A Hora do Rush 4, o que teria sido um pedido pessoal do presidente Trump à Paramount.

No Brasil, é provável que a produção pule a exibição cinematográfica.

Melania deve chegar futuramente ao catálogo do Prime Video.

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