Depois de Michael (2026) registrar a maior abertura da história para uma cinebiografia, as ideias para um potencial 2º filme estão sendo sugeridas pelo próprio chefe do estúdio por trás da produção.
Confirmando a existência de cenas significativas que a Lionsgate precisou vetar do corte final do longa-metragem, Adam Fogelson discutiu o que poderia ser visto em uma sequência.
“Do meu ponto de vista, é importante tentar dar ao público uma compreensão autêntica de quem Michael Jackson foi“, disse ele ao Business Insider. “Então acho que isso deve ser feito com ou sem parte do que estava no terceiro ato que teve que ser descartado… Falando por mim, acho que ao assistir a este filme, você tem uma ideia para as circunstâncias extraordinariamente incomuns que impactaram Michael Jackson desde muito jovem. Este filme não tem medo de refletir as circunstâncias extremamente incomuns da vida dele. Mas, esperamos que mais da história dele possa ser contada, e isso vai depender não só do desempenho do filme, mas do público nos dizer que quer mais, e acreditamos que, com base na resposta que recebemos, é isso que faremos.”
A título de curiosidade, a cinebiografia recém-lançada cobre os eventos da carreira do Rei do Pop até meados de 1988, durante sua ascensão astronômica com eras como “Thriller” e “Bad“.
Jaafar Jackson, sobrinho do próprio Michael Jackson, assume o papel principal do filme, enquanto a direção fica por conta de Antoine Fuqua.
Com um orçamento que pode ter chegado a US$ 200 milhões, apenas em seu primeiro fim de semana, o longa-metragem já arrecadou mais de US$ 217 milhões.
Michael segue em cartaz nos cinemas brasileiros, e a Lionsgate ainda não formalizou um sinal verde para a Parte 2.
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Fonte: Screen Rant.






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