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Michael C. Hall teve a oportunidade de retornar ao icônico papel de Dexter Morgan em uma terceira série, intitulada Ressureição, e acabou reconhecendo que a produção original (com oito temporadas) não entregou um final satisfatório.
“Foi muito, muito insatisfatório”, disse ao Screen Rant. “Fazia sentido, narrativamente, que ele entrasse em um exílio autoimposto, mas não era isso que as pessoas queriam ver. Ou, certamente, não era assim que queriam que tudo terminasse.”
Depois, nos eventos de New Blood, tivemos um desfecho aparentemente definitivo, com Dexter sendo morto pelas mãos do próprio filho.
Infelizmente, também foi recebido com reações intensas por parte do público.
“Achei que fazia sentido, narrativamente, como história. Achei bem mais satisfatório e, com certeza, definitivo. Ao mesmo tempo, um final apropriado para a narrativa não significa, necessariamente, um final satisfatório. Acredito que foi difícil vê-lo, aparentemente, ser morto pelo próprio filho,” concluiu.
Sucesso de público

O episódio piloto da nova série acumulou 4,4 milhões de visualizações multiplataforma após sete dias de disponibilidade, um aumento de 41% em comparação aos três primeiros dias, quando cerca de 3,1 milhões haviam assistido.
Trata-se de um recorde de streaming para a Showtime, elevando novamente o patamar de estreia mais assistida da história da plataforma, ficando acima de Dexter: Pecado Original em cerca de 25% até agora.
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Dexter: Ressureição está em exibição no Paramount+.
Criada por Clyde Phillips, é uma continuação direta de New Blood, situada apenas algumas semanas após Dexter levar um tiro no peito de seu próprio filho, despertando de um coma e descobrindo que Harrison (Jack Alcott) desapareceu sem deixar vestígios.
Fonte: Screen Rant






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