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Agora é oficial: Michael acaba de superar Bohemian Rhapsody para se tornar a maior bilheteria da história das cinebiografias musicais. O longa-metragem arrecadou US$ 911,9 milhões ao redor do mundo, e recebeu um impulso final através da estreia no Japão no último fim de semana.

A produção enfrentou obstáculos significativos durante seu desenvolvimento. O estúdio precisou investir cerca de US$ 50 milhões em refilmagens após o espólio de Michael Jackson identificar um problema importante no roteiro escrito por John Logan.

O ponto envolvia um dos acusadores do artista, que, de acordo com os responsáveis pela produção, nunca deveria ter sido retratado dramatizadamente. Apesar dos desafios, a aposta acabou se mostrando bem-sucedida para a Lionsgate.

Até o momento, Michael acumula US$ 358,6 milhões na bilheteria doméstica e US$ 553,3 milhões nos mercados internacionais.

Em comparação, a produção focada em Freddie Mercury e na banda Queen encerrou sua trajetória com US$ 216,6 milhões nos Estados Unidos e US$ 694,3 milhões no restante do mundo.

Os outros recordes quebrados foram:

  • Maior bilheteria mundial da história da Lionsgate;
  • Cinebiografia musical de maior arrecadação de todos os tempos;
  • Maior fim de semana de estreia global já registrado por uma cinebiografia musical;
  • Segundo filme de maior bilheteria mundial de 2026, atrás apenas de Super Mario Galaxy: O Filme;
  • Segunda cinebiografia de maior arrecadação da história, atrás apenas de Oppenheimer;
  • Em 65 mercados internacionais, registrou a maior estreia de todos os tempos para uma cinebiografia musical;
  • Em 40 mercados internacionais, superou a arrecadação total de Bohemian Rhapsody, incluindo Brasil, França e México;
  • Filme da Universal Pictures de maior bilheteria da história no Brasil;
  • Cinebiografia de maior sucesso da história na França, superando La Môme;
  • Cinebiografia musical de maior arrecadação no mercado doméstico;
  • Cinebiografia de maior arrecadação no mercado doméstico;
  • Maior fim de semana de estreia doméstica já registrado por uma cinebiografia musical.

Uma sequência está em desenvolvimento, com a fotografia principal começando entre setembro e dezembro ou início de 2027, dependendo da agenda do diretor Antoine Fuqua.

Espera-se que a trama retorne exatamente na era Bad, entre 1988 e 1989, e vazamentos do set confirmaram a era Dangerous, onde houve um avanço considerável do vitiligo na vida de Jackson.

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Fonte: Deadline

Redator do O Vício. Bruno Gomes é especializado em cultura pop, com mais de 10 anos de experiência cobrindo filmes, séries e franquias de sucesso. Apaixonado por filmes de ação, acompanha todas as novidades do multiverso em tempo real.


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