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De acordo com relatório do Puck-News, a Warner Bros. Discovery estima que Mickey 17 irá causar um prejuízo de aproximadamente US$ 100 milhões.
Mesmo sendo elogiado pela crítica, custou US$ 118 milhões aos cofres do estúdio (sem considerar a campanha promocional), e decepcionou na abertura global.
O longa-metragem recebeu sinal verde pelo ex-chefe do estúdio, Toby Emmerich, mas Michael De Luca e Pam Abdy (atuais líderes da divisão cinematográfica) estavam no comando quando a produção começou.
Supostamente, acabou sendo mal avaliado nos testes, algo que Bong Joon Ho preferiu não dar muita atenção, afirmando que seu vencedor do Oscar, Parasita, também não teve um desempenho positivo na mesma etapa.
Mas, naquela ocasião, houve um orçamento de apenas US$ 10 milhões.
Mickey 17 está em exibição no Brasil.
Robert Pattinson interpreta Mickey Barnes, um “descartável” em uma perigosa missão de colonização espacial. Em um futuro distópico, ele é designado para as tarefas mais arriscadas, com a garantia de que será clonado em caso de morte.
A cada falecimento, uma nova versão de si mesmo é criada, preservando suas memórias.
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Trata-se de uma adaptação da obra literária conhecida como Mickey7, de Edward Ashton, sendo descrito como um thriller psicológico, que traz Robert Pattinson (Batman) no papel de um funcionário descartável, enviado em uma expedição humana para colonizar o planeta gelado de Nifheim.
O conflito da história está na resistência do personagem de Pattinson em se permitir ser clonado e substituído.
Mark Ruffalo (Vingadores: Ultimato), Steven Yeun (Thunderbolts) e Toni Collette (Hereditário) estão no elenco principal.
Fonte: Puck-News






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