A Microsoft explicou, após questionamento da Competition and Markets Authority (CMA), o órgão regulador do Reino Unido, por que o próximo jogo da franquia The Elder Scrolls será exclusivo para Xbox.
Em resposta à CMA, a Microsoft justificou a diferença de tratamento recebida pelas propriedades intelectuais de diferentes estúdios adquiridos pela empresa ao longo dos anos.
De acordo com a Microsoft, ela tornou títulos como Redfall, Starfield, e também o próximo The Elder Scrolls 6, exclusivos do Xbox pois se tratam de jogos de menor escala, tendo muito menos apelo do que jogos como Minecraft ou Call of Duty, que a Microsoft garante não ter intenção de tornar exclusivo.
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The Elder Scrolls 6, foi anunciado em junho de 2018, e sua produção acabou ficando em segundo plano na Bethesda, e ao que parece, ainda deve demorar para chegar às lojas no Xbox e PC.
No momento, a Microsoft luta para conseguir aprovar a compra da Activision Blizzard, que ainda precisa da aprovação de 16 órgãos reguladores em todo o mundo, para ser finalziada.
Até agora, apenas o Brasil e a Arábia Saudita aprovaram o acordo, com vários territórios, incluindo a Comissão Europeia e a Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido, tendo anunciado revisões mais aprofundadas do assunto.
Os acionistas da Activision Blizzard votaram para aprovar a aquisição da empresa pela Microsoft ainda em abril deste ano. Mais de 98% das ações votadas em Assembleia Especial foram a favor da transação proposta.
No entanto, a votação não significa que o acordo será concluído, pois ainda está sujeito à investigação dos órgãos governamentais responsáveis.
O discurso dos agentes antitruste do presidente Joe Biden está alimentando os temores dos investidores de que o acordo possa ser bloqueado ou sujeito a atrasos, mesmo que prevaleça.
Além disso, a negociação também precisará da aprovação de outros governos, incluindo a União Europeia e a China. Dessa forma, as coisas ainda devem passar por uma grande burocracia até uma decisão final.






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