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Em documento fornecido ao CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), a Microsoft voltou a dizer que não planeja tornar Call of Duty exclusivo do Xbox, apesar da aquisição da Activision Blizzard.

Nesse momento, a companhia acredita que é uma franquia mais rentável como multiplataforma.

“Independentemente do quão nada surpreendente é a crítica da Sony sobre a exclusividade de conteúdos, tendo em conta que toda a estratégia da PlayStation se centrou em exclusividades ao longo dos anos, a verdade é que a estratégia de guardar os jogos da Activision Blizzard e não os distribuir nas lojas dos consoles rivais simplesmente não seria lucrativa para a Microsoft.”

No mesmo documento, a Microsoft explica que a exclusividade de títulos da Activision Blizzard só seria rentável se conseguissem atrair um grande e suficiente número de jogadores ao ecossistema Xbox, gerando receita suficiente para compensar a perda nas vendas em outras plataformas.

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Heróis já conhecidos da Força-Tarefa 141 retornam e novos aliados se unem em uma operação ao redor do mundo, incluindo missões na Europa, Ásia e nas Américas.

Ao seu lado estão companheiros de esquadrão icônicos como o líder da equipe Capitão John Price; o sargento Kyle “Gaz” Garrick; o lobo solitário, favorito dos fãs Simon “Ghost” Riley; o destemido sargento John “Soap” MacTavish; bem como o mais novo membro da equipe, o Coronel Alejandro Vargas, um incorruptível Operador de 1º Escalão e membro das Forças Especiais Mexicanas.

Os personagens se unirão para combater uma ameaça recém-formada, com conexões extensas, porém desconhecidas.



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