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Mike Flanagan se tornou um nome muito requisitado em Hollywood, e diante de tantos projetos em andamento simultaneamente, os fãs ficaram preocupados com a situação de A Torre Negra.

O cineasta, no entanto, reafirmou seu compromisso com a adaptação da obra de Stephen King, e explicou por que transformá-la em realidade tem sido tão complicado.

“Para fazer isso da maneira que eu quero, é necessário um compromisso enorme de um estúdio”, afirmou ao site da Entertainment Weekly.

A saga é composta por oito romances, começando com O Pistoleiro, publicado em 1982, além de derivados, e a única tentativa de levá-la aos cinemas até hoje foi em 2017, em um filme estrelado por Idris Elba e Matthew McConaughey.

Flanagan apontou que a escala e o enorme investimento necessário continuam sendo obstáculos importantes. Mas, outro problema é considerado ainda mais complicado: os direitos sobre os diferentes elementos da franquia.

“A maneira como A Torre Negra está conectada (a outras obras de King) faz com que você tenha personagens espalhados por todos os lados quando se trata da propriedade dos estúdios. Então, seu processo de desenvolvimento tem sido épico. É claro que levou muito mais tempo do que eu gostaria, mas trabalho nisso o tempo todo. Nunca deixou de avançar. Só avança no ritmo próprio de um superpetroleiro,” completou.

Na história, o pistoleiro Roland Deschain percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, ao mesmo tempo que se envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto.

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Fonte: EW

Redator do O Vício. Bruno Gomes é especializado em cultura pop, com mais de 10 anos de experiência cobrindo filmes, séries e franquias de sucesso. Apaixonado por filmes de ação, acompanha todas as novidades do multiverso em tempo real.


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