Comentários

Editor de Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um, Eddie Hamilton confirmou que, originalmente, a sequência final no trem tinha incríveis 90 minutos de duração.

Ou seja, muito material não sobreviveu ao corte final.

“Originalmente, na primeira iteração, trabalhamos com cerca de uma hora e meia de duração. Reduzimos para uns 50 minutos no corte final.”

Declarou ao site da Variety.

Um elemento desses momentos finais incluiu diálogos entre Ethan (Tom Cruise), Grace (Hayley Atwell) e Paris (Pom Klementieff), com Hamilton observando que, embora a ação tivesse foco, esse trio precisava de espaço para um peso dramático.

“Houve uma grande cena de diálogo. Era só informação, mas assistimos e percebemos que não havia nada (a acrescentar). Não houve emoção nenhuma. Percebemos que tínhamos cozinhado demais. O que você viu (no filme) é praticamente aquilo que eles fizeram no set.”

Leia mais sobre Missão Impossível:

Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1 está em cartaz no Brasil.

Além de Tom Cruise, outros integrantes do elenco principal incluem Hayley AtwellPom KlementieffVanessa KirbyEsai MoralesRebecca FergusonSimon Pegg e Ving Rhames.

Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em sua missão mais perigosa até agora: rastrear uma nova arma que ameaça toda a humanidade, antes que caia nas mãos erradas. Com o controle do futuro e o destino do mundo em jogo, e as forças sombrias do passado de Ethan se aproximando, uma corrida mortal se inicia.

Confrontado por um inimigo misterioso e poderoso, Ethan é forçado a considerar que nada pode importar mais do que sua missão – nem mesmo a vida daqueles com quem ele mais se importa.

Do que se trata a produção?

Estima-se que seu orçamento tenha superado US$ 291 milhões, algo muito acima do planejado originalmente. O mais impressionante é que já estão sendo descontados os incentivos fiscais substanciais que a produção foi capaz de alavancar para controlar os custos.

Para efeito de comparação, Missão: Impossível — Efeito Fallout, de 2018, custou US$ 190 milhões.‎

Ao todo, foram sete paralisações, e um início muito turbulento na Itália, um dos países mais afetados pela crise de saúde na Europa.



Comentários