Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1 está quebrando um grande recorde de Tom Cruise no Rotten Tomatoes.
É, até o momento, o filme mais bem avaliado da carreira do ator no agregador de críticas, com nada menos que 99% de aprovação.
Resta saber se esse recorde se manterá, já que é sempre possível que a aprovação varie um pouco.
Tom Cruise vem em uma sequência impressionante de sucessos.
Os dois últimos filmes do astro também foram aclamados pela crítica: Missão: Impossível – Efeito Fallout (97% de aprovação) e Top Gun: Maverick (96% de aprovação).
Leia mais sobre Missão Impossível:
- Siga o O Vício no Google Notícias e não perca nada sobre Cultura Pop!
- Missão: Impossível 8 | Diretor diz quanto falta para concluir as filmagens
- Missão: Impossível 8 | Diretor comenta sobre grandiosidade do filme
Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1 está agendado para 13 de julho no Brasil.
Além de Tom Cruise, outros integrantes do elenco principal incluem Hayley Atwell, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Esai Morales, Rebecca Ferguson, Simon Pegg e Ving Rhames.
Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em sua missão mais perigosa até agora: rastrear uma nova arma que ameaça toda a humanidade, antes que caia nas mãos erradas. Com o controle do futuro e o destino do mundo em jogo, e as forças sombrias do passado de Ethan se aproximando, uma corrida mortal se inicia.
Confrontado por um inimigo misterioso e poderoso, Ethan é forçado a considerar que nada pode importar mais do que sua missão – nem mesmo a vida daqueles com quem ele mais se importa.
Do que se trata a produção?
Estima-se que seu orçamento tenha superado US$ 290 milhões, algo muito acima do planejado originalmente. O mais impressionante é que já estão sendo descontados os incentivos fiscais substanciais que a produção foi capaz de alavancar para controlar os custos.
Para efeito de comparação, Missão: Impossível — Efeito Fallout, de 2018, custou US$ 190 milhões.
Ao todo, foram sete paralisações, e um início muito turbulento na Itália, um dos países mais afetados pela crise de saúde na Europa.






Comentários