Em seu segundo fim de semana em cartaz, Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1 chegou a US$ 252 milhões em bilheteria global.
O blockbuster foi bastante afetado pelos lançamentos de Barbie e Oppenheimer, com ambos tendo um ótimo desempenho tanto nos Estados Unidos quanto internacionalmente.
O filme com Tom Cruise teve um orçamento estimado em quase US$ 300 milhões, sem contar os custos com marketing.
No entanto, não foi por irresponsabilidade financeira: a produção foi uma das mais afetadas pela pandemia, sofrendo com paralisações e levando bem mais tempo que o previsto para ser concluída, o que a tornou consideravelmente mais cara.
Leia mais sobre Missão Impossível:
- Siga o O Vício no Google Notícias e não perca nada sobre Cultura Pop!
- Missão: Impossível 7 | Tom Cruise diz que paixão por acrobacias começou na infância
- Missão: Impossível 7 “colapsa” em bilheteria dos EUA
Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1 está em cartaz no Brasil.
Além de Tom Cruise, outros integrantes do elenco principal incluem Hayley Atwell, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Esai Morales, Rebecca Ferguson, Simon Pegg e Ving Rhames.
Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em sua missão mais perigosa até agora: rastrear uma nova arma que ameaça toda a humanidade, antes que caia nas mãos erradas. Com o controle do futuro e o destino do mundo em jogo, e as forças sombrias do passado de Ethan se aproximando, uma corrida mortal se inicia.
Confrontado por um inimigo misterioso e poderoso, Ethan é forçado a considerar que nada pode importar mais do que sua missão – nem mesmo a vida daqueles com quem ele mais se importa.
Do que se trata a produção?
Estima-se que seu orçamento tenha superado US$ 291 milhões, algo muito acima do planejado originalmente. O mais impressionante é que já estão sendo descontados os incentivos fiscais substanciais que a produção foi capaz de alavancar para controlar os custos.
Para efeito de comparação, Missão: Impossível — Efeito Fallout, de 2018, custou US$ 190 milhões.
Ao todo, foram sete paralisações, e um início muito turbulento na Itália, um dos países mais afetados pela crise de saúde na Europa.






Comentários