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Barry Jenkins, o diretor de Mufasa: O Rei Leão, respondeu às críticas sofridas pelo filme, que foi chamado de “máquina sem alma”.
Em seu perfil oficial no X (antigo Twitter), Jenkins se envolveu em um debate acalorado com outros usuários, que criticaram os mais recentes trabalhos da Disney por deixar de lado o aspecto artístico da produção cinematográfica, focando-se apenas no lado financeiro.
O diretor, no entanto, se colocou em defesa de seu filme, ressaltando que a franquia O Rei Leão é muito importante na vida de várias gerações.
“Não há nada sem alma em O Rei Leão”, disse Jenkins. “Durante décadas, crianças sentaram-se nos cinemas de todo o mundo, experimentando pela primeira vez o luto coletivo, se envolvendo com Shakespeare pela primeira vez, através de corredores em inúmeras línguas. Um veículo muito potente para a empatia comunitária.”
Mufasa: O Rei Leão segue com estreia agendada para 20 de dezembro deste ano nos cinemas.
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Na trama, uma terrível enchente separa o jovem Mufasa de seus pais, mas sua vida é salva por outro filhote de leão chamado Taka, e os dois crescem como irmãos.
Anos depois, um grupo perigoso de leões ameaça a existência da alcateia, e Mufasa e Taka precisam fugir juntos, onde encontram novos aliados e encaram muitos perigos. A lealdade entre eles será colocada à prova. Quem entre eles está destinado a se tornar o Rei Leão? E a que custo?
Aaron Pierre (The Underground Railroad) e Kelvin Harrison Jr. (Os 7 de Chicago) serão as vozes dos protagonistas Mufasa e Scar, respectivamente.
Fonte: Variety.